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A Prática da Cremação

           A prática da cremação tem história muito antiga na humanidade, mas, até este século, não era habitual na Europa. Hoje, pratica-se em todos os países europeus e nalguns, especialmente os do Norte, a cremação já é adoptada para cerca de 70% dos cidadãos falecidos. Em Portugal só existia ainda um crematório, no Cemitério do Alto de S. João, em Lisboa. Em 1995 a média de cremações foi de 3 a 4 por dia. A religião católica não tem qualquer oposição à prática da cremação, cabendo a cada pessoa, ou à sua família, decidir sobre essa opção. Outros cultos, tais como o hindu, consideram que deve ser sempre adoptada a cremação.

A Autorização de Cremação

          A autorização de cremação é concedida de acordo com a lei e a sua obtenção deve ser encarada pelo requerente tal como se tratasse de um enterramento tradicional. Assim, embora o processo de autorização possa ser tratado directamente pelos interessados junto das autoridades, o caminho mais simples é o de informar agência funerária da opção de cremação e este encarregar-se-á das diligências necessárias. Só em casos muito especiais as autoridades podem recusar a autorização de cremação, particularmente se houver suspeita de crime ou morte violenta, cujos indícios desapareceriam com a redução a cinzas.

A Cremação

          O velório acontece normalmente, como em qualquer outro funeral. A diferença está que, ao invés do corpo ser levado ao túmulo, ele é transportado para uma sala refrigerada, onde ficam em torno de 24 horas, tempo em que a família ou até mesmo a polícia podem requisitar o corpo de volta.

            Passado esse tempo, o cadáver é levado ao forno junto com todas as roupas e o caixão, sendo que somente as alças metálicas do mesmo são retiradas. O caixão é sustentado por uma bandeja que impede seu contato direto com o fogo, que chega a uma temperatura média de 1200 ºC. Com o calor, tanto a madeira do caixão quanto as células do corpo se evaporam, indo direto do estado sólido para o estado gasoso.

          Após passar cerca de duas horas no forno, os restos mortais são levados para um triturador, onde as partículas que resistiram a queima (o oxido de cálcio, por exemplo) são moídas. Um corpo de 70 quilos em média se torna menos de 1 quilo de pó após a cremação. Na sequência, as cinzas são colocadas em urnas e entregues as famílias. Caso as cinzas não sejam recolhidas, são espalhadas nos jardins que circundam os crematórios.

 

   

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